CECAP – Centro Cultural Antonio do Pinhal

O Colégio de Arquitetos – Centro de Estudos de Arquitetura e Fomento Cultural, é uma associação sem fins lucrativos, onde consta no item 3° de seu estatuto: “Fomentar a arte e a cultura, em toda as suas formas de expressões”. Constam ainda em ata que desde do dia 09 de outubro de 2008, que o Colégio de Arquitetos passou a ser o sucessor e mantenedor do CECAP – Centro Cultural Antonio do Pinhal, que em dezembro de 2012 completam 06 anos de atividades na área da arte e cultura, conforme pode ser comprovado pela divulgação da mídia.

A associação não dispõe de recursos financeiros oferecidos pelas administrações: municipais, estaduais e federais, sendo que existem atividades gratuitas e outras cobradas para geração de recursos para cobrir as despesas gerais de funcionários, limpezas, manutenção do espaço e pagamentos de impostos.

Desde de 2006 o CECAP, vem mantendo diversas atividades sendo reconhecido pela mídia impressa, radio e televisiva que sempre ajuda na divulgação

 

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Antonio do Pinhal

Construtor e mestre de obras por profissão, Antonio do Pinhal nasceu em 21 de setembro de 1887 e faleceu em 11 de junho de 1966, após ter criado 11 filhos, três dos quais adotivo.

Participou de várias obras na cidade de Mogi das Cruzes entre elas:  O prédio da Escola Cel. Almeida, o antigo Cine Parque, Igreja da Yayá (hoje demolida), Igreja de São Sebastião, Igreja de Taiaçupeba, Vargem Grandes e outras.

Cidadão consciente de seus deveres e obrigações, chefe de família enérgico, mas de bom coração sendo que sempre defendeu a união da familia, esse “elo fraternal” até hoje existe e se renova no seio de seus familiares.

Casarão

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Com aproximadamente 150 anos, o casarão que abrigou a família Pinhal desde dos anos 40, é uma construção com uma arquitetura colonial, sendo suas paredes externas de “taipa de pilão”, com 0,50m de espessura e as internas eram
de “taipa de supapo”, ou “pau a pique“, onde era feito uma malha de bambu e completado com barro.

O casarão faz parte de um conjunto de casas, sendo que de sua sacada é que percebemos porque a Rua chama Boa Vista, onde pela Rua Capitão Paulino Freire era a antiga estrada do Rio Grande.
Restaurado em 2006, passou a ser um ponto de encontro dos familiares e de cultura da região.

 

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