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A COR E O PROJETO DE ARQUITETURA – ONLINE

A Cor e o Projeto de Arquitetura – online


Professora:
Bianca Lupo

Por que devo aprender A Cor e o Projeto de Arquitetura – online?

Se você é arquiteto, ou designer este curso é para você. Porque A Cor e o Projeto de Arquitetura – online é um curso, para saber de experimentação visual e cromática, ou seja, o uso das cores.

É voltado para o profissional que quer usar das cores em seus projetos e assim, harmonizá-las.

Entretanto ou em outras palavras, este curso é bom, porque ele vai te ajudar. Seja saber desenvolver projetos de arquitetura com base no uso da cor e outros conteúdos. Ai está o porque de fazê-lo!

Por que optamos pelo curso online?

Porque, vamos minimiza os problemas da Pandemia, e ao mesmo tempo o sistema online atende o aluno e além disso ajuda no aprendizado, porque é mais fácil de aprender.

As aulas são práticas do Curso de A Cor e o Projeto de Arquitetura – online?

Sim, as aulas são práticas. Além disso, será visto todo o conteúdo para cores em projetos.

Estamos aqui para ajudar a saber como usar as cores em projetos. Porque alguns alunos acham difícil e nós vamos te ajudar.

Além disso, veja mais informações clique aqui.


Quais as datas e horário das aulas?

O Curso será neste mês, de acordo com os horários e datas:

Aos sábados das 14h às 17h

*Obs. tolerância de 15 minutos para início das aulas.
(Lembramos que o aluno, no entanto, tem direito a 04 encontros neste período)

Além disso, veja o conteúdo do Curso, clique aqui.


CERTIFICADO
Deve ser solicitado pelo aluno no final do curso pelo e-mail [email protected] ao enviar (nome completo, curso e exercícios), depois disso será enviada a via Digital.

Porque o aluno deve solicitar por e-mail o certificado? Porque é o meio mais prático e eficiente.


VALOR DE INVESTIMENTO
R$ 500,00 (quinhentos reais)

PAGAMENTO
Você Paga com o pagseguro por Boleto, Débito ou Crédito (pode ser parcelado no crédito).


*Aprovado o pagamento entramos em contato, ou seja, confirmando a inscrição e instruções.

BOTÃO DE INSCRIÇÃO

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CANCELAMENTO
* Em caso de cancelar a inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias antes do início do curso;
** Em caso de cancelar a inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso, porque existem taxas operacionais para devolução;
Além disso, a devolução acontece no dia 10 do mês subsequente do cancelamento e será realizado por transferência bancária.
***Ao realizar a inscrição o aluno está ciente das informações.

DÚVIDAS – ENTRE EM CONTATO
Telefones
(11) 9 7371-0471 (Whatsapp)
(11) 9 6379-8095 – Diretoria
Email: [email protected]
Sede: Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo

Art Noveau

Art Nouveau

O movimento Art Nouveau na Europa difundiram-se diferentes traduções: Modernismo, na Espanha; Jugendstil, na Alemanha; Secessão, na Áustria; e Modern Style, na Inglaterra e Escócia.
Com características próprias em cada um desses países, foram as primeiras exposições internacionais organizadas nas capitais européias que contribuíram para forjar uma certa homogeneidade estilística. A arquitetura foi a disciplina integral à qual se subordinaram as outras artes gráficas e figurativas. Reafirmou-se o aspecto decorativo dos objetos de uso cotidiano, mediante uma linguagem artística repleta de curvas e arabescos, de acentuada influência oriental.

Contrariamente à sua intenção inicial, o modernismo conseguiu a adesão da alta burguesia, que apoiava entusiasticamente essa nova estética de materiais exóticos e formas delicadas. O objetivo dos novos desenhos reduziu-se meramente ao decorativo, e seus temas, como que surgidos de antigas lendas, não tinham nada em comum com as propostas vanguardistas do início do século. O modernismo não teria sido possível sem a subvenção de seus ricos mecenas.
Entre os precursores da arte modernista estava William Morris. Seus desenhos, elaborados com espírito artesanal, se contrapunham à produção industrial. Nos escritórios da empresa criada por ele, a Morris & Co. eram determinadas as formas elegantes e sinuosas, típicas do modernismo, bem como definidos os materiais nobres usados na criação de objetos de uso cotidiano. Sua apresentação na exposição de Bruxelas de 1892 produziu um grande impacto e determinou a difusão desse novo estilo.

Um outro olhar sobre o Art Noveau

Art Nouveau

Outros Nomes

Arte Floreal, Arte Nova, Jugendstil, Modernista, Modern Style, Style Coup de Fouet, Style Liberty, Style Nouille

Definição

Estilo artístico que se desenvolve entre 1890 e a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) na Europa e nos Estados Unidos, espalhando-se para o resto do mundo, e que interessa mais de perto às artes aplicadas: arquitetura, artes decorativas, design, artes gráficas, mobiliário e outras. O termo tem origem na galeria parisiense L’Art Nouveau, aberta em 1895 pelo comerciante de arte e colecionador Siegfried Bing. O projeto de redecoração da casa de Bing por arquitetos e designers modernos é apresentado na Exposição Universal de Paris de 1900, Art Nouveau Bing, conferindo visibilidade e reconhecimento internacional ao movimento. A designação modern style, amplamente utilizada na França, reflete as raízes inglesas do novo estilo ornamental. O movimento social e estético inglês Arts and Crafts, liderado por William Morris (1834 – 1896), está nas origens do art nouveau ao atenuar as fronteiras entre belas-artes e artesanato pela valorização dos ofícios e trabalhos manuais, e pela recuperação do ideal de produção coletiva, segundo o modelo das guildas medievais. O art nouveau dialoga mais decididamente com a produção industrial em série. Os novos materiais do mundo moderno são amplamente utilizados (o ferro, o vidro e o cimento), assim como são valorizadas a lógica e a racionalidade das ciências e da engenharia. Nesse sentido, o estilo acompanha de perto os rastros da industrialização e o fortalecimento da burguesia.

O art nouveau se insere no coração da sociedade moderna, reagindo ao historicismo da arte acadêmica do século XIX e ao sentimentalismo e expressões líricas dos românticos, e visa adaptar-se à vida cotidiana, às mudanças sociais e ao ritmo acelerado da vida moderna. Mas sua adesão à lógica industrial e à sociedade de massas se dá pela subversão de certos princípios básicos à produção em série, que tende aos materiais industrializáveis e ao acabamento menos sofisticado. A “arte nova” revaloriza a beleza, colocando-a ao alcance de todos, pela articulação estreita entre arte e indústria.

A fonte de inspiração primeira dos artistas é a natureza, as linhas sinuosas e assimétricas das flores e animais. O movimento da linha assume o primeiro plano dos trabalhos, ditando os contornos das formas e o sentido da construção. Os arabescos e as curvas, complementados pelos tons frios, invadem as ilustrações, o mundo da moda, as fachadas e os interiores, atestam o balaústre da escada da Casa Solvay, 1894/1899, em Bruxelas, do arquiteto e projetista belga Victor Horta (1861 – 1947); as cerâmicas e os objetos de vidro do artesão e designer francês Emile Gallé (1846 – 1904); a fachada do Ateliê Elvira, 1898, em Munique, do alemão August Endell (1871 – 1925); os interiores do norte-americano Louis Comfort Tiffany (1848 – 1933); as pinturas, os vitrais e painéis do holandês Jan Toorop (1858 – 1928); o Castel Beránger e estações de metrô, de Hector Guimard (1867 – 1942), em Paris; a Casa Milá, 1905/1910, e o Parque Güell, de Antoni Gaudí (1852 – 1926), em Barcelona; a Villa d’Uccle, 1896, do arquiteto e projetista belga Henry van de Velde (1863 – 1957). Um traço destacado de Van de Velde e de outros arquitetos ligados ao movimento é a idéia modernista da unidade dos projetos, que articula o interno e o externo, a função e a forma, a utilidade e o ornamento. Tanto na sua residência – a Villa d’Uccle – quanto em outros ambientes que constrói – The Havana Company Cigar Store ou a Haby Babershop, 1900, ambas em Berlim -, Van de Velde mobiliza pintores, escultores, decoradores e outros profissionais, que trabalham de modo integrado na construção dos espaços, da estrutura do edifício aos detalhes do acabamento.

O art nouveau é um estilo eminentemente internacional, com denominações variadas nos diferentes países. Na Alemanha, é chamado jugendstil, em referência à revista Die Jugend, 1896; na Itália, stile liberty; na Espanha, modernista; na Áustria, sezessionstil. Os três maiores expoentes austríacos do art nouveau, integrantes da Secessão vienense, são o pintor Gustav Klimt (1862 – 1918), o arquiteto Joseph Olbrich (1867 – 1908) – responsável, entre outros, pelo Palácio da Secessão, 1898, em Viena – e o arquiteto e designer Josef Hoffmann (1870 – 1956), autor dos átrios da Casa Moser, 1901/1903, da Casa Koller, 1902, e do Palácio da Secessão. Os trabalhos de Klimt são emblemáticos do modo como a pintura se associa diretamente à decoração e à ilustração no art nouveau. Suas figuras femininas, de tom alegórico e forte sensualidade – por exemplo, o retrato de corpo inteiro de Emilie Flöge, 1902, Judite I, 1901, e As Três Idades da Mulher, 1908 -, têm grande impacto em pintores vienenses como Oskar Kokoschka (1886 – 1980) e Egon Schiele (1890 – 1918).

Ainda no terreno da pintura, é possível lembrar o nome do suíço Ferdinand Hodler (1853 – 1918) e suas obras de expressão simbolista como O Desapontado, 1890; os pintores integrantes do grupo belga Les Vingt (Les XX) – James Ensor (1860 – 1949), Toorop e Van de Velde -; e o inglês Aubrey Vincent Beardsley (1872 – 1898), ilustrador, entre outros, da versão inglesa de Salomé, de Oscar Wilde (1854 – 1900).

No Brasil, observam-se leituras e apropriações de aspectos do estilo art nouveau na arquitetura e na pintura decorativa. Em sintonia com o boom da borracha, 1850/1910, as cidades de Belém e Manaus assistem à incorporação de elementos do art nouveau, seja na residência de Antonio Faciola (decorada com peças de Gallé e outros artesãos franceses) seja naquela construída por Victor Maria da Silva, ambas em Belém. Menos que um art nouveau típico, o estilo na região encontra-se mesclado às representações da natureza e do homem amazônicos, e aos grafismos da arte marajoara, como indicam as peças decorativas de Theodoro Braga (1872-1953) e os trabalhos do português Correia Dias (1893 – 1935). A casa de Braga em São Paulo, 1937, exemplifica as confluências entre o art nouveau e os motivos marajoaras.

A Vila Penteado, prédio atualmente pertencente à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP -, na rua Maranhão, é considerada um dos mais representativos exemplares de art nouveau em São Paulo. Projetada pelo arquiteto Carlos Ekman (1866 – 1940), em 1902, a residência segue o padrão menos rebuscado do estilo sezession austríaco. Na fachada externa, nota-se o discreto emprego de arabescos e formas florais. No monumental hall de entrada, pinturas de Carlo de Servi (1871 – 1947), Oscar Pereira da Silva (1867 – 1939) e ornamentação de Paciulli. Victor Dubugras (1868 – 1933) é outro arquiteto notável pelas construções art nouveau que projeta na cidade, por exemplo, a casa da rua Marquês de Itu, número 80, ou a residência do doutor Horácio Sabino na avenida Paulista esquina com a rua Augusta, ou ainda a estação de ferro de Mairinque, São Paulo, 1906.

No modernismo de 1922, os nomes dos artistas decoradores John Graz (1891 – 1980) e dos irmãos Regina Graz (1897 – 1973) e Antonio Gomide (1895 – 1967), todos alunos de Ferdinand Hodler, evidenciam influências do art nouveau no Brasil. No campo das artes gráficas, alguns trabalhos de Di Cavalcanti (1897 – 1976)Projeto para Cartaz (Carnaval), s.d. e de J. Carlos (1884 – 1950) – por exemplo, as aquarelas Um Suicídio, 1914, e Garota na Onda, s.d. – se beneficiam do vocabulário formal da “arte nova”.

Fonte:

http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=909

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Reunião MAM

Reunião MAM

Reunião MAM – Museu de Arte de Mogi

O objetivo da reunião é somar esforços para que possamos conseguir a implantação do Museu de Arte na cidade. O poder público tem suas falhas, mas na reunião devemos nos concentrar nas ações que vão contribuir para a realização deste sonho.

Queremos aproveitar que os holofotes estão acessos para o lado das artes e conquistar espaços com apoio de todos: Poder público e privado.

Renovamos a informação de que a reunião não será um foro de reclamações, os quais desde já solicitamos para todos aqueles simpatizantes exaltados ou revoltados com a política cultural da cidade, que respeitem a reunião.

      Sugestão de Pauta

1 – Depoimento de artistas mogianos sobre a importância de um museu na cidade;

2 – Posicionamento da Secretária da Cultura;

3– Proposta da criação de uma Associação Pró-Museu, (AMA – Associação Museu de Arte), visando a implantação e a realização do MAM;

4-  Estratégias e ações para a realização da idéia.

Texto sobre Museu de Arte

Segundo Carol Duncan, os museus de arte sempre foram comparados com antigos monumentos cerimoniais, tais como palácios e templos. De fato, desde o século dezoito até a primeira metade do século vinte, foram deliberadamente projetados para se parecerem com eles.

Alguém poderá objetar que este empréstimo do passado arquitetural pode ter somente um sentido metafórico e não deveria ser tomado por nada mais além disso, desde que a nossa é uma sociedade secular e os museus são uma invenção secular. Se as fachadas dos museus imitaram templos ou palácios, não teria sido simplesmente porque o gosto moderno tentou simular o balanço formal e a dignidade destas estruturas? Ou que desejaram associar o poder de antigas crenças com o atual culto à arte?  Qualquer que seja o motivo dos construtores (assim continua a objeção), os templos gregos e os palácios renascentistas que abrigam coleções públicas de arte, no contexto de nossa sociedade, podem apenas significar valores seculares, e não crenças religiosas.

Seus portais conduzem somente para passatempos racionais, não ritos sagrados. Nós somos, em suma, umas culturas pós-iluminista; uma na qual o secular e o religioso são categorias opostas.

Certamente é o caso que nossa cultura classifica construções religiosas, tais como igrejas, templos e mesquitas, em categorias diferentes de prédios seculares como museus, tribunais ou sedes governamentais.

Cada tipo de prédio é associado com um tipo equivalente de verdade e designado para um ou outro lado na dicotomia religioso/secular. Esta dicotomia, que estrutura uma parcela tão grande do mundo do público moderno e que hoje parece tão natural, tem sua própria história.

Ela forneceu o fundamento ideológico para o projeto iluminista de quebrar o poder e a influência da Igreja.  No final do século dezoito, esta tarefa havia minado com sucesso  a autoridade da doutrina religiosa — se nem sempre na prática, pelo menos na política e na teoria filosófica ocidental.

Eventualmente, a separação entre Igreja e estado se tornou lei. Todos sabem como a história continua: a verdade secular se tornou a verdade oficial; a religião, muito embora garantida em matéria de escolha pessoal livre, manteve sua autoridade apenas para crentes voluntários.

É a verdade secular — verdade que é racional e verificável — que assume o status de verdade “objetiva”. É esta “Verdade” entre as verdades que ajuda a ligar uma comunidade em um corpo civil, providenciando uma base universal de conhecimento e validando seus mais altos valores e memórias mais caras.

Os museus de arte se tornaram decisivos para este reinado de conhecimento secular, não apenas por causa das disciplinas científicas e humanistas ali praticadas — conservação, história da arte, arqueologia — mas também por causa do seu status como preservadores da memória cultural da comunidade.

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